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Proposta CDS aprovada: Parlamento quer evitar saída da TAP dos Açores

Depois do fecho no Faial, do encerramento da Delegação nos Açores e loja comercial na Terceira, a TAP Portugal vai agora fechar o seu último balcão na Região, no Aeroporto João Paulo II em Ponta Delgada, numa atitude que o Grupo Parlamentar do CDS-PP lamenta e critica, uma vez que “se quebra uma relação histórica entre a companhia e os Açorianos e porque se encerram serviços de proximidade”.

Neste sentido, e à semelhança do que já havia feito, no mês passado, relativamente ao fecho da Delegação e loja comercial em Angra do Heroísmo, Artur Lima, Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores, apresentou um Projeto de Resolução que “recomenda ao Governo Regional que promova as diligências necessárias junto do Governo da República, acionista maioritário da TAP Portugal, no sentido de impedir o encerramento da Delegação da empresa em Ponta Delgada, ilha de São Miguel”.

Em causa, mais do que o fecho da loja no Aeroporto João Paulo II, está, para o CDS-PP, “o fim da histórica relação da TAP com os Açorianos e os postos de trabalho que se extinguiram”, lembrando, sob este ponto de vista, que “já quando a TAP fechou a sua loja no Faial propôs a alguns funcionários que se mudassem para São Miguel com promessas e continuarem a trabalhar e agora fecham tudo e vão embora”.

Em termos de exemplos práticos, Artur Lima referiu que existem, pelo menos, dois tipos de serviço que se tornarão muito mais difíceis de obter por parte dos Açorianos, nomeadamente “a reemissão de um bilhete, que por azar o passageiro possa ter perdido, para efeitos de reembolso”, ou “uma reclamação por bagagem danificada”.

“A partir de agora e a fecharem todos os balcões da TAP nos Açores ficam os passageiros Açorianos dependentes de um call center ou de plataformas digitais para puderem recorrer aos serviços da companhia, com todos os inconvenientes e dificuldades logísticas que isto implica”.

Encerrando todos os balcões nos Açores, acrescentou ainda o Líder Parlamentar popular, a TAP “termina definitivamente a sua presença institucional na Região”.

A proposta do CDS-PP foi aprovada por unanimidade.

 

Horta, 13 de julho de 2017

 

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